A corrida de São Silvestre não é uma prova "normal"
não serve como referência de tempo devido ao grande número de inscritos
Serve sim como uma grande festa, uma despedida de ano, um encontro entre amigos unidos pela paixão ao esporte
passar por lugares conhecidos pelo seu trânsito congestionado e neste dia somente as pessoas passam
o objetivo é este, cruzar o arco, a linha de chegada depois de 15k
as pessoas chegando e aos poucos a avenida fica tomada
o MASP, referência da cidade, recebeu neste ano 27.500 inscritos e eu imagino que numa proporção de 4 pipocas para cada inscrito esse número passou de 100.000 corredores
não dá para correr é só festa mesmo
Confraternização é a melhor palavra que define a São Silvestre
Passar o último dia do ano com amigos ou familiares fazendo o que se gosta e o que faz bem ao corpo e alma.
Desejo a todos um 2014 com muitas felicidades e que objetivos sejam alcançados, metas não só sejam atingidas como superadas muita saúde e paz.
Este é o Blog dos corredores de rua do Primeiro de Maio Futebol Clube de Santo André. Este Blog não tem nenhuma vinculação direta com a instituição e as opiniões aqui apresentadas são dos atletas.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
IRONMAN COZUMEL-MÉXICO
Sai do Brasil no dia 29 de Novembro, na companhia de
minha esposa, com destino à Ilha de Cozumel, com escala em Miami. Do avião,
chegando em Cancun, vimos a cor da água, simplesmente indescritível, pensei
“este passeio vai ser fantástico”.
Em Cancun peguei o ferri, uma embarcação pra Ilha de Cozumel. Após check-in fui pro hotel onde ficava a concentração do iron a fim de pegar o kit.
Em Cancun peguei o ferri, uma embarcação pra Ilha de Cozumel. Após check-in fui pro hotel onde ficava a concentração do iron a fim de pegar o kit.
No sábado à tarde fui pra área de transição entregar a bike
e sacolas de transição, onde fui informado que o percurso de natação seria
modificado e reduzido de 3800 para 3100m devido a forte correnteza do mar.
No domingo acordei bem cedo, tomei café e novamente fui pra
área de transição, onde normalmente é dada a largada pra natação. Fomos
transportados para um hotel e largamos de dentro da água em uma linha reta até
o local da T1 (natação/bike) e a favor da correnteza. Dei uma bobeada e acabei
largando muito atrás, pegando muito congestionamento, mas a correnteza ajudava
e a velocidade era muito grande até aproximadamente 500m da chegada, quando a
maré mudou de direção e a coisa se complicou, tive que socar o braço pra render
um pouco. Durante todo o percurso o fundo do mar era visível, com muitos corais
e pela posição das plantas aquáticas dava para ver o sentido da correnteza. Sai
da água com 00:49:43” e após T1 em 04:40”, sai pra pedalar já imaginando o
tempo final... “É hoje” e bem otimista.
Na inicio da bike, desconfie da velocidade muito alta.
Um amigo me alertou que na via costeira, num percurso de aproximadamente 6 km,
o vento contra era de assustar. Entrei na via costeira e nada de vento contra,
olhava para o ciclo computador e via 38 a 42 km/h, o que virá pela frente?
Visualizei uma placa “COSTÃO SUL” e em seguida uma curva, a bike parece que
brecou, eram vinte quilômetros e vento contra, e ki vento. Era difícil manter
26... 28 km/h. Ruim pra mim, ruim pra todo mundo, vamos embora. Depois vieram 8
km de vento lateral na avenida do aeroporto. Fechei a primeira volta (60 km)
com 33 km/h e a cabecinha começou a fazer contas. Terminei a segunda volta com
33 km/h também. Estava me sentindo muito bem e decidi que aumentaria a força na
ultima volta. Nas duas voltas notei que muita gente pedalava em pelotões, o que
não é permitido e os árbitros faziam vistas grossas, mas não quis arriscar uma
punição e continue não fazendo uso do vácuo. No final da segunda volta um
pelotão com uns trinta “irons”, mais popularmente chamados de “vaqueiros” ou
“sangue-sugas”, passou por mim e abriu uma pequena distancia. No primeiro posto
de água encostei nele e mantive-me atrás, pois reduzem a velocidade. Peguei e
tomei agua, joguei a garrafinha no acostamento e resolvi ultrapassar o pelotão.
Foi ai que um infeliz e sem noção, ao invés de jogar a garrafa pro acostamento
a jogou pra traz e travou minha roda traseira, estava na posição de clip e não
tive o que fazer, CHÃOOOO. Dei uma
avaliada na situação e resolvi voltar pra prova, péssima decisão. Com a queda o
freio dianteiro desregulou e uma das sapatas pegava na roda, parei e arrumei.
Pedalei mais um pouco e o cambio traseiro começou a pular marcha, parei
novamente e uma borracha, usa pra amarrar equipamentos reservas tinha se
prendido na catraca, arrumei e bora pedalar novamente. Problema, começou a dar
câimbras quando pedalava forte e também quando parava, tinha que manter uma
cadencia mediana e não rendia. Via a media cair rapidamente e não tinha o que
fazer, ai a cabeça entrou em parafuso. Comecei a imaginar como seria quando
chegasse no tal costão sul? O corpo esquentou novamente e as câimbras sessaram, ufa... até que
enfim algo pra ajudar, vou continuar. Terminei a terceira volta com 30 km/h de
media e 05:59:55”. Pra quem estava fazendo as contas pra fechar a bike de 5:15
a 5:20, o que dava umas 6 a 6:10” de prova, simplesmente ridículo “imaginei”.
Era fechar a maratona pra 3:50 a 4:00h e teria um final por volta de 10 horas,
ou quem sabe, o sonhado sub 10.
Na T2, com 6:00”, lavei bem os ferimentos e quando sai pra
correr encontrei minha esposa, dei uma parada pra deixa-la despreocupada e ouvi
“vai que você consegue”, fui, doía tudo. Faltavam 3 voltas de 14 km. Fiz o
retorno da primeira perna de 7 km com 38 minutos e nesse percurso ultrapassei 3
concorrentes, marcados com um “I” na panturrilha, minha categoria. A cada
concorrente que ultrapassava ficava imaginando “a performance desse cara não
tem nada a ver com a minha” devo estar muito atrás de ponteiros. Pra ter alguma
chance mínima de ir pra um podium teria que arrepiar na maratona, mesmo assim
sem a certeza de conseguir. Tomei uma sabia decisão... vou curtir a prova e
diminui o ritmo. O clima alternava entre pancadas de chuva, correndo nos pontos
baixos com água até o tornozelo e sol com forte calor. Ficava interessante a
cada mudança de faze, hora ardia por causa da água da chuva, hora ardia por
conta do suor. Fechei a maratona em 04:42:46” com tempo total de 11:42:34”, 11º
dos 51 que terminaram a prova e dos 58 que largaram na categoria. Na
classificação geral em 628º dos 1859 que chegaram.
A foto de chegada nem vou comprar: fiz o Nome do Pai e
agradeci a Deus. A foto saiu “cabisbaixo” e sem noção do que tinha acontecido,
a cabecinha não foi feita pra aceitar muito facilmente as coisas.
Na segunda feira acordei todo ralado, porém sem dor
muscular, estava me sentindo inteiro, por isso que a decisão de diminuir o
ritmo e curtir o restante da prova foi sábia. Após a prova faria ainda um tour
por Cozumel, Cancun e Orlando nos USA para aproveitar a viagem.
Resultado da queda: Ralada feia no ombro, cotovelo, joelho e
perna inchada do lado direito. Do lado esquerdo, tornozelo, joelho e parte
superior da coxa com contusão, roxos e inchados, sem contar três unhas roxas
(correr com o tênis molhado), foi ai que entendi a gravidade da situação e o
que tinha passado na prova, então, com a cabeça mais fria deu pra aceitar que
foi um excelente resultado e até agora não entendi porque não abortei a prova,
teria sido uma decisão mais sabia ainda. Talvez pela cabeça dura e espirito
guerreiro...
“bora descansar e passear porque em janeiro começam os
treinamentos pro IRONMAN BRASIL 2014”.
Escrito por Paulo Pitton
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Circuito DGABC etapa Sto André e JORI???
Neste final de semana aconteceu a sétima e última etapa do circuito DGABC, já comentei sobre a organização, hidratação e outros detalhes de prova
falei também do valor das inscrições, para mim um preço justo
e a notícia que ano que vem foi confirmada a realização do circuito, só não tendo datas definidas por enquanto.
Quase tudo foi bom, ficando para esta etapa a crítica sobre o guarda-volumes, não exatamente ele e sim para o local que foi escolhido
o estacionamento do shopping Atrium, pé direito baixo, abafado e cheiro de "garagem" mesmo, um misto de gasolina e óleo
se foi ruim para os corredores imagina só para quem trabalhou no evento.
falei também do valor das inscrições, para mim um preço justo
e a notícia que ano que vem foi confirmada a realização do circuito, só não tendo datas definidas por enquanto.
Quase tudo foi bom, ficando para esta etapa a crítica sobre o guarda-volumes, não exatamente ele e sim para o local que foi escolhido
o estacionamento do shopping Atrium, pé direito baixo, abafado e cheiro de "garagem" mesmo, um misto de gasolina e óleo
se foi ruim para os corredores imagina só para quem trabalhou no evento.
JORI
JOgos Regionais dos Igosos, desculpem minha ignorância é que realmente não conhecia
Jeanete, Lúcia, Dirceu e Dino participaram representando a nossa cidade
Os jogos aconteceram na cidade de Barueri nos dias 15, 16 e 17 de novembro Cidades tradicionais nesta categoria estavam presentes: Santos, Cubatão, Itanhaém e Peruíbe
No tênis de Santo André tivemos a representação do Dino e Dirceu. Os jogos também tiveram provas acontecendo no AlphavilleTênis Clube
Parabéns a esses nossos jovens heróis. São o orgulho e exemplo do esporte!!!!!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Mexa-se 2013
Depois de uma semana chuvosa um domingo perfeito
temperatura amena e alta umidade do ar
ótimas condições para nosso esporte
mais de 8.000 pessoas pelas ruas da nossa cidade
mostrando a carência de eventos na região
aí o grande sucesso do circuito do DGABC e da Mexa-se
Quanto a prova propriamente dita somente uma ressalva
a largada é muito tumultuada, corredores misturados com os caminhantes
sei que todos temos os mesmos direitos
mas é uma questão de bom senso e até de segurança
quem está num ritmo maior não espera alguém caminhando no meio da rua
espero que para o ano que vem esse pequeno problema seja resolvido
para que nossa novíssima corredora só tenha boas lembranças dos domingos de manhã
+ fotos
https://plus.google.com/u/0/photos/106597449683321891669/albums/5950132020807314961
temperatura amena e alta umidade do ar
ótimas condições para nosso esporte
mais de 8.000 pessoas pelas ruas da nossa cidade
mostrando a carência de eventos na região
aí o grande sucesso do circuito do DGABC e da Mexa-se
Quanto a prova propriamente dita somente uma ressalva
a largada é muito tumultuada, corredores misturados com os caminhantes
sei que todos temos os mesmos direitos
mas é uma questão de bom senso e até de segurança
quem está num ritmo maior não espera alguém caminhando no meio da rua
espero que para o ano que vem esse pequeno problema seja resolvido
para que nossa novíssima corredora só tenha boas lembranças dos domingos de manhã
+ fotos
https://plus.google.com/u/0/photos/106597449683321891669/albums/5950132020807314961
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Circuito DGABC etapa Diadema
Neste último domingo em Diadema tivemos a penúltima etapa do circuito de corridas do diário do grande ABC, dia de muito sol e temperatura elevada
como já falei perto de casa tem uma grande participação de associados mesmo dos que não são, não sei se posso chamar assim, frequentes.
essa prova serviu como meu retorno para provas de 10k
e é nessa hora que se precisa definir objetivos
uma prova longa requer estratégia
digo isso por estarmos no fim do ano, faltam algumas provas e 2013 se foi
2014 chega cheio de novos desafios
hora de fazer planos e decidir quais rumos tomar
ter uma boa conversa com nossa querida Vânia definir as metas, ver os prós e contras, não esquecendo que cada tipo de treino tem suas dificuldades específicas lembrar que o mais fácil é a prova e o mais duro é o treino para ela. Para encerrar um último comentário, o DGABC está mostrando que prova bem organizada não precisa ser cara.
como já falei perto de casa tem uma grande participação de associados mesmo dos que não são, não sei se posso chamar assim, frequentes.
essa prova serviu como meu retorno para provas de 10k
e é nessa hora que se precisa definir objetivos
uma prova longa requer estratégia
saber dosar as forças e o desgaste, prova curta é dar o máximo o tempo todo
é nessa hora que entra o trabalho do treinador que junto com o "atleta" definem o que fazerdigo isso por estarmos no fim do ano, faltam algumas provas e 2013 se foi
2014 chega cheio de novos desafios
hora de fazer planos e decidir quais rumos tomar
ter uma boa conversa com nossa querida Vânia definir as metas, ver os prós e contras, não esquecendo que cada tipo de treino tem suas dificuldades específicas lembrar que o mais fácil é a prova e o mais duro é o treino para ela. Para encerrar um último comentário, o DGABC está mostrando que prova bem organizada não precisa ser cara.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Circuito Athenas 3º etapa
Mais uma vez madrugada, este circuito tem o horário de largada 7 horas da manhã, obrigando os corredores levantarem cedo.
o lugar é longe, ponte transamérica, saída de Santo André 5.15 hs
a distância 21k, o dia claro, sol aberto, inscritos somente Angélica e João, eu, Nilson e Paulo seguindo a planilha de treinos
o percurso praticamente plano da marginal, a dificuldade maior fica por conta da Ponte Estaiada um sobe e desce ponte pra lá e pra cá
o calor fez seu estrago não somente nos competidores quanto no rio também, um desagradável cheiro de esgoto nos acompanhou pelo caminho todo, umas vezes mais outras menos mas constante e a constatação que a poluição não está nem perto de começar, infelizmente. Quero parabenizar o novo parceiro de meias maratonas, Marcelo.
o lugar é longe, ponte transamérica, saída de Santo André 5.15 hs
a distância 21k, o dia claro, sol aberto, inscritos somente Angélica e João, eu, Nilson e Paulo seguindo a planilha de treinos
o percurso praticamente plano da marginal, a dificuldade maior fica por conta da Ponte Estaiada um sobe e desce ponte pra lá e pra cá
o calor fez seu estrago não somente nos competidores quanto no rio também, um desagradável cheiro de esgoto nos acompanhou pelo caminho todo, umas vezes mais outras menos mas constante e a constatação que a poluição não está nem perto de começar, infelizmente. Quero parabenizar o novo parceiro de meias maratonas, Marcelo.
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